Relatório e Contas 2019 - Eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Moura tomam posição
Publicado | 2020-06-30 07:13:57
 
Segundo uma nota de imprensa dos eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Moura, sobre o Relatório de Gestão e documentos de Prestação de contas do ano de 2019, da Câmara Municipal de Moura, “a apreciação do Relatório e Contas, são ocasiões importantes para se fazer o balanço da acção de qualquer organização, o mesmo acontece no caso dum município e do seu órgão executivo, como é o caso da Câmara Municipal de Moura”. E acusam o Executivo camarário referindo que “falam, falam, mas depois vai-se a ver e nada...”.
 

João Ramos eleito da CDU, na Assembleia Municipal, em declarações à Planície referiu que “a CDU na Assembleia de Moura, absteve-se no Relatório de Contas, da actividade da Câmara para 2019. Não obstante ser um documento técnico ele encerra e reflecte aquilo que são as opções políticas do executivo municipal, e aí a CDU não pode acompanhar. Por isso teve este posicionamento relativo ao relatório.” E acrescenta que “o relatório reflecte aquilo que é a actividade municipal, com um investimento em 2019 de realização de obra de 3 milhões de euros, quando em 2015 a Câmara fazia investimentos de 5 milhões. Apesar de dizer que há um aumento de despesa em investimento, a verdade é que a receita subiu muito mais, ou seja: há dinheiro e há receita municipal, que devia ser aplicada em investimento e não é. Isso faz com que as despesas correntes representem um peso de 80% no total das despesas (números nunca vistos) e quando o PS na oposição brandia armas contra as despesas correntes, advogando uma redução de 10% e depois vai-se a ver e aumenta as mesmas em 10% relativamente a 2017.

O resultado líquido do exercício (negativo) apresenta o pior resultado dos últimos anos e o resultado operacional de que o PS tanto falava apresenta um valor negativo de cerca de 6,5 milhões de euros.”

Os eleitos da CDU na Assembleia Municipal de Moura refere na nota de imprensa que têm propostas concretas como: O desenvolvimento social em torno da intervenção na área social, da valorização da educação e da promoção da cultura nas suas diversas vertentes; A gestão do sector das águas, saneamento e resíduos como condição para prestar melhor serviço às populações; A reabilitação das infraestruturas existentes, com destaque para os equipamentos e para as vias municipais; A actuação sobre a diversificação e consolidação da base económica como condição para geração de emprego com direitos.

 



Leia esta notícia na integra na edição impressa do Jornal «A Planície»
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