Neste
bairro vive a maior comunidade cigana em Portugal, cerca de 800 pessoas.
Prudêncio Canhoto questiona se “as autoridades só vão actuar no bairro após o
surgimento de um primeiro infectado?” E acrescenta que a circulação de pessoas
está longe de estar controlada e o aparecimento de um foco de covid-19 em Moura
deverá colocar em alerta as autoridades de saúde pública e os autarcas.
Também
no Bairro das Pedreiras o receio de contágio está a deixar os moradores
assustados. “O vírus não anda. As pessoas é que o levam” refere o mediador
cigano.