A intervenção das comissões de protecção de crianças e jovens tem lugar quando não seja possível às entidades com competência em matéria de infância e juventude actuar de forma adequada e suficiente a remover o perigo em que se encontram.
No final do ano as CPCJ’s realizam o Relatório de Actividades para as Entidades competentes, com os dados relativos aos processos.
No que se refere ao relatório da CPCJ de Moura, a Presidente da Instituição, Diamantina Escoval, referiu à Planície que “o relatório de 2019, posso dizer enquanto profissional, foi o que maior satisfação me deu enviar para as entidades competentes, a que somos obrigados. Ao longo de vários anos, era uma grande preocupação os dados que tínhamos, os números eram assustadores. Estávamos sempre no pódio pela negativa. Eram indicadores que algo ia muito mal no nosso concelho.”
A CPCJ de Moura teve que apostar muito no trabalho preventivo, que deu dados positivos. Diamantina Escoval adianta que “foi com muito agrado e satisfação que fechámos o ano de 2019, embora tivéssemos trabalhado 164 processos ao longo do ano, terminámos pela primeira vez com 31 processos activos.”
A CPCJ de Moura vai continuar a apostar na prevenção, pôr termo a situações susceptíveis de afectar a segurança, saúde, formação, educação ou desenvolvimento integral, das crianças e jovens do concelho.