Carlos Alves refere que “já foram criadas algumas regras, nomeadamente a criação de uma faixa de protecção de 500 metros junto dos aglomerados urbanos onde não podem ser plantas culturas intensivas e superintensivas. Contudo, estas normas não estão a ser cumpridas e podemos confirmar isso mesmo junto a freguesias onde existe olival praticamente dentro da localidade, situação já denunciada”.
O autarca referiu ainda que “temos tido vários contactos quer com a Agência Portuguesa do Ambiente (APA), quer com a Águas Públicas do Alentejo (AgdA) e sabemos que da parte da AgdA tem sido feito um esforço para que sejam dadas respostas à Câmara Municipal de Serpa. Por seu lado a APA solicitou mais informações ao Município, que, entretanto, respondeu. Neste momento aguardamos resposta por parte desta entidade.
A questão da agricultura intensiva e superintensiva tem sido uma preocupação do Município de Serpa, tendo já tomado uma posição pública em 2018, dando conta disso mesmo.”
O Município de Serpa salienta ainda que há falta de informação concreta e actual sobre os efectivos impactos ambientais e de saúde pública, bem como sobre novas plantações a médio prazo.