Análises clínicas, raio x, cardiologia, audiologia, farmácia, neurofisiologia e cirurgias programadas serão algumas das áreas afectadas por esta paralisação. O dia ficará ainda marcado pela adesão, destes profissionais, à manifestação nacional agendada, pelas 14h30, no Marquês do Pombal, em Lisboa. Na base desta greve está a defesa de aumentos salarias justos e a defesa dos serviços públicos.
O dirigente sindical dos TSDT, Mário Machado, explicou que “está em causa a falta de compromisso do Governo em continuar as negociações. Houve um encerramento unilateral das negociações. Está em causa também toda a degradação do Serviço Nacional de Saúde.”
A greve está decretada entre as 00:00h e as 24 horas, do dia 31 de Janeiro, para o Continente e Açores, onde serão apenas assegurados os serviços mínimos previstos na lei.