A avaliação incidiu sobre as linhas do Norte, de Cascais, de Sintra, do Oeste e do Algarve, não constando a avaliação à linha do Baixo Alentejo.
O deputado do PS eleito por Beja, Pedro do Carmo, questionou a Autoridade da Mobilidade e dos transportes sobre esse facto e adiantou que “sim eu questionei a Autoridade pelo facto de não ter feito a avaliação ao serviço ferroviário do Baixo Alentejo. Nós sabemos que o serviço é deficitário, que existem muitas queixas, sabemos de toda a fragilidade, das deficiências do mau serviço prestado. Não compreendo porque é que a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes não incluíram na sua avaliação este troço.”
O parlamentar sublinhou que “é preciso conhecer quais as razões que determinaram a exclusão da avaliação do serviço ferroviário no território do Baixo Alentejo, apesar dos problemas e constrangimentos existentes?
Pretende a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes estender ao território do Baixo Alentejo as recomendações enunciadas para, pelo menos a título transitório, mitigar os constrangimentos identificados?
Em futuras avaliações da qualidade do serviço ferroviário prestado, na qualidade de entidade reguladora, pretende a Autoridade da Mobilidade e dos Transportes incluir o Baixo Alentejo no universo avaliado?”
O deputado socialista não compreende porque razão o Baixo Alentejo ficou fora da avaliação do regulador.