Assembleia da República discute hoje as necessidades do Baixo Alentejo
Publicado | 2019-07-05 06:42:56
 
O “Movimento Beja Merece +” realizou uma petição para a defesa dos interesses do Baixo Alentejo, que juntou mais de 26 mil assinaturas. Hoje o movimento vai estar na Assembleia da República para discussão das necessidades do Baixo Alentejo.
 

Os abaixo assinados exigem que sejam retomadas e concluídas as obras do IP8/A26, a electrificação do troço ferroviário Casa Branca – Beja - Funcheira, o total aproveitamento do aeroporto de Beja e melhores serviços de saúde para a região.

Hoje as questões vão ser discutidas na Assembleia da República, Florival Baiôa do “Movimento Beja Merece +” em entrevista à Planície sublinhou os 4 vectores de desenvolvimento que estão questão. “Vamos lá estar 26mil 101 assinaturas, mais o autocarro com o pessoal que consegue encher as bancadas da Assembleia da República. Vai-se discutir os problemas que são vitais para a região, nomeadamente, condições que permitam o desenvolvimento integrado e sustentado.

São 4 os grandes vectores: as acessibilidades na parte das estradas, a continuidade do IP8 é um dos exemplos que deve atravessar o Baixo Alentejo, de Sines a Ficalho e ficou com 12 km fechados há 2 anos, o resto das estradas, Moura, Barrancos, Odemira, Castro Verde, todas estão em mau estado; os acessos ferroviários, transformaram Beja num ramal, com o propósito seguramente de o fechar, tal e qual como fecharam o ramal de Moura que era extremamente importante; depois o funcionamento integral do aeroporto para dar visibilidade e condições para instalação de industrias e até para transporte de passageiros e turistas para a nossa região e também o sector da saúde que está de facto a piorar de dia para dia.”

Florival Baiôa acrescentou que “vamos ouvir o que os grupos parlamentares têm a dizer sobre estes objectivos. Depois vamos ver como votam os partidos, porque de princípio todos eles estão de acordo com estas exigências. Agora vamos ver o trabalho dos políticos, dos nossos deputados e o que os partidos em si querem de facto para esta região, porque tem sido uma região completamente desprezada em termos de financiamento e infraestruturas. Fomos esquecidos.”

 



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