CDU de Moura acusa executivo PS de governar com ideias e projectos do passado
Publicado | 2019-02-28 05:06:56
 
Os comunistas, em comunicado de imprensa, fazem um balanço de 500 dias do executivo socialista à frente da autarquia de Moura, falando em “Uma gestão curta para longos dias”.
 
A CDU destaca o desemprego elevado e o agravamento das condições económicas do concelho, apontando o encerramento de unidades industriais como a Moura Fábrica Solar.
Na saúde realçam a falta de médicos e carências significativas em outras áreas. 
Os comunistas no comunicado adiantam que “O PS na última campanha eleitoral para as autarquias, criou expectativas elevadíssimas na população do concelho. Criou uma imagem de um admirável mundo novo e de uma nova gestão para o concelho em sentido contrário daquilo que era a gestão da CDU, limitando-se à propaganda rápida e de criação de uma -realidade virtual- que assegure a sua sobrevivência política.”
A CDU de Moura fala também que “Passados que estão 500 dias de gestão PS na maioria dos órgãos autárquicos do concelho é um facto que as poucas realizações deste executivo, têm origem na gestão da CDU. Sem qualquer visão estratégica para o concelho de Moura este executivo PS, não teve outra escolha senão aproveitar os projectos e ideias que já vinham dos mandatos passados…”
Gabriel Ramos, da CDU de Moura, sublinhou à Planície que “ é uma gestão curta para tantos dias. A falta de preparação para gerir e de compromisso com a responsabilidade da gestão do município é tão evidente que mesmo aproveitando projectos do mandato da CDU, este executivo PS insiste em atrasar a sua execução, preparando inaugurações para 2021. Sucedem-se os anúncios de intervenções que já estavam preparadas para obra em 2017, como é o caso das muralhas modernas.  
São votadas ao abandono intervenções que tinham carácter estruturante para as nossas aldeias, vila e cidade, como a beneficiação de arruamentos no bairro do sete e meio e a ligação da rua das hortas à rua do Areeiro e a construção do novo cemitério em Moura. 
São amputados projectos e desperdiçados fundos comunitários, transformando os mesmos em operações de cosmética à medida do calendário eleitoral.” 
Gabriel Ramos por último acrescenta que “gerir uma câmara não é a mesma coisa que uma Junta de Freguesia. O que é necessário na gestão dos destinos do concelho é mais do que aquilo que tem sido feito nestes últimos 500 dias.”
 



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