Quais os hábitos de consumo para a época natalícia
Publicado | 2018-11-30 04:02:03
 
O Natal aproxima-se. As ruas das cidades e vilas de todo o país estão decoradas com elementos alusivos à época festiva e o comércio não foge à regra.
 
Milhares de pessoas deslocam-se aos mais variados estabelecimentos em busca do presente especial ou das melhores mercearias para uma mesa farta na consoada junto da família.  

Esta é mesmo uma altura de excelência para o comércio. Ao longo do estudo agora lançado, destacaram os valores que deverão ser gastos em média, cerca de 382€, em prendas e mercearias. 

Os dados apontam para uma intenção média dos portugueses em despender 382€ nas suas compras durante o período de Natal. Este valor representa um crescimento de 52% face ao ano passado, quando os consumidores tencionavam gastar 252 euros. Prevê-se que praticamente metade deste valor (49%) seja gasto em presentes, seguido da compra de mercearias, com 47%. As compras sazonais, como as decorações, registam um valor mais residual, ao não ultrapassarem os 4%.

Muitas prendas compradas destinam-se aos mais pequenos. Assim, as prendas para os mais novos deverão rondar gastos médios de 125€. Numa análise mais aprofundada, 30% dos inquiridos não deverão gastar mais de 100€ nestes presentes. Já 26% pretendem despender entre 101 e 250€ com os membros mais novos da família. Apenas 3% consideram ultrapassar este valor.

E como se dividem esses gastos por região?

É a Norte que o valor médio será mais elevado, cerca de 425€, metade do qual em mercearia para a consoada e dias festivos. Curiosamente, é na região do Grande Porto onde menos se deverá gastar no período natalício, cerca de 297€. Neste caso, mais de metade do valor (61%) será destinado às prendas e 35% em mercearias.

Mais a sul, na Grande Lisboa, o gasto médio vai atingir os 405€ - 53% para mercearias e 42% para prendas. Por fim, no Centro e Sul do país os gastos médios serão muito próximos (entre os 371€ e 376€), embora no Centro a maioria das despesas tenha como destino as compras de mercearias (51%), enquanto no Sul a preferência da maioria vá para a aquisição de prendas (54%).  
 



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