A deputada considerou que, no momento em que está mais que comprovado, do ponto de vista científico, que as Alterações Climáticas vão afectar o Alentejo, o combate à interioridade nesta região passa por escolhas acertadas e como tal apontou como caminho errado e muito preocupante o olival intensivo , que como é do conhecimento público ganhou proporções descomunais no território do distrito de Beja, e como caminhos correctos o investimento e desenvolvimento da ferrovia, apontando o estabelecimento da ligação ferroviária directa entre Lisboa e Beja e de reposição da ligação Beja/Funcheira, como facilitadores da mobilidade dos cidadãos e potenciador do aeroporto de Beja como pólo de atracção de empresas e a criação de postos de trabalho no concelho e distrito.
Na abertura da intervenção a deputada ecologista não deixou de apontar responsabilidades aos anteriores governos pelo estado de interioridade a que uma vasta área do país chegou, nomeadamente o Alentejo.