Na ordem de trabalhos constava a discussão das propostas de taxas a aplicar em 2019, que entretanto já haviam sido votadas e aprovadas em reunião de Câmara.
Rui Apolinário, da concelhia de Moura do PS, sublinhou à Planície que “a CDU como sempre votou contra, o que já é hábito. Os municípios têm direito a 5% do IRS cobrado aos contribuintes residentes no Concelho de Moura. Por proposta do actual executivo da Câmara Municipal de Moura apenas revertem para os cofres do município 3%, sendo que os restantes 2% são descontados ao IRS pago pelos contribuintes do Concelho de Moura”, acrescentou.
Segundo o PS, “quem paga IRS vê assim, através de dedução à colecta, reduzido o valor do IRS a pagar. A CDU votou contra. Em relação à derrama, Rui Apolinário explicou que “os eleitos da CDU, enquanto governaram os destinos do Concelho de Moura, nunca se lembraram de propor qualquer alívio fiscal às empresas. O PS foi sempre coerente com as suas propostas, propôs a criação de um escalão de isenção (o tal que já tinha sido aprovado pela Assembleia Municipal mas que o executivo CDU não comunicou à Autoridade Tributária desrespeitando aquele órgão) para empresas que se fixem no Concelho de Moura e que criem postos de trabalho. Desta forma, as empresas nestas condições não pagam Derrama.
E adianta que as últimas posições políticas dos eleitos da CDU no Concelho de Moura, tem a ver com a proximidade das eleições, que vão ter lugar no próximo ano, sendo uma forma de afirmação.