A principal preocupação, já transmitida ao ministério, é do foro ambiental. A autarquia de Serpa defende a criação de um sistema de monitorização com indicadores ambientais, demográficos e socioeconómicos e de mitigação de impactos ambientais, para a saúde pública, acreditando que devem ser tomadas medidas de protecção, junto das localidades e de explorações com culturas em modo de produção biológico.
Em Fevereiro de 2018, a Assembleia Municipal de Serpa, aprovou uma moção sobre monoculturas, em que é destacada a preocupação com os impactos que estas práticas podem vir a ter na “deterioração dos solos, da água, nos animais, em suma no ecossistema”.