João Ramos questionou o Ministro da Agricultura sobre o trabalho escravo e ilegal
Publicado | 2017-04-28 04:37:52
 
O deputado João Ramos, do PCP, questionou o ministro da agricultura, Luís Capoulas Santos, no decorrer de uma audição regimental, sobre dois assuntos relacionados com o distrito de Beja.
 
Segundo João Ramos, uma das questões teve a ver com as denominações da carne de porco preto. Esta é comercializada com as designações de porco preto ou porco preto de produção intensiva.

Esta última designação, segundo os transformadores e comercializadores, representa uma desvantagem concorrencial relativamente aos produtos espanhóis. O ministro concorda que a denominação porco preto de produção intensiva não é a que mais valoriza o produto defendendo que terá de ser encontrada outra denominação, mas é preciso manter a distinção entre a carne produzida em montanheira e outra.

O PCP questionou também, o ministro, sobre as formas de protecção do património, nomeadamente arqueológico, nos processos de plantio de olival, património esse de grande importância para o desenvolvimento da região. Notícias recentes dão conta que foi destruído relevante património arqueológico no decurso de uma acção de preparação do terreno para plantio de olival, no concelho de Beja.

O processo que levou à destruição não permitiu sinalizar o sítio para que o mesmo pudesse ser salvaguardado. O ministro foi questionado sobre os mecanismos necessários à salvaguarda do património, que existem aquando da construção das infraestruturas pela EDIA, que carecem de estudos de impacto ambiental, mas não existem quando se faz uma alteração do uso do solo. O ministro informou o PCP que o problema é relevante e que já havia solicitado que a situação fosse analisada.
 



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